um amor tão raro quanto um eclipse,
Intenso...Recíproco,
Até que veio o Caos e disse,
Isso é um equívoco.
terça-feira, 24 de maio de 2011
quarta-feira, 6 de abril de 2011
Receio
GABAM-TE todos o semblante augusto,
As linhas puras do teu corpo em flôr,
Do teu perfil a graça e do teu busto
A olympica belleza, o resplendor.
Louvam-te o porte de orgulhoso arbusto
E a boca pequenina – que lavor !
E os dentes alvos, perolas de custo,
Despertam cataractas de louvor!
Eu bem sei o que mereces... No entretanto,
Adoro-te em silencio, reciando
Que o que penso de ti vá de magoar.
Pois, para mim, o teu maior encanto
E’ a tristeza que vejo fluctuando,
Sempre, serena, no teu lindo olhar!
Paulo Gustavo
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
Velho Poema
Velho poema enterrado numa gaveta comum
Nasce em dias de pouca inspiração, morre jovem e sem leitura
Desconhece os ouvidos alheios, traz rimas pobres e versos medíocres
Muitas vezes sem titulo importante, apodrece entre poeira e naftalina
Não alimenta ouvintes famintos de sonetos, vira banquete de traças que o devora vivo
Em suas folhas amareladas e ressecadas pelo tempo alguém o desenterra
Sem nome, sem data, sem rimas e sem autor
É amassado e morre sem leitura...
Slim Rimografia
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
Refletindo
Sozinho,
Com o pensamento a milhão,
Escondido no fundo da sala,
Aprimorando a percepção,
Por isso que ele não fala nada.
Viajando,
Sem prestar atenção na aula,
Longe da realidade, apaga para a imaginação,
Onde não tem vergonha na cara,
Onde ele é livre, longe do pudor e da negação.
Com o pensamento a milhão,
Escondido no fundo da sala,
Aprimorando a percepção,
Por isso que ele não fala nada.
Viajando,
Sem prestar atenção na aula,
Longe da realidade, apaga para a imaginação,
Onde não tem vergonha na cara,
Onde ele é livre, longe do pudor e da negação.
sexta-feira, 6 de agosto de 2010
Enfim
A loira com quem sonhara,
Finalmente me apreceu,
Porém era minha professora,
Que de certa forma me ajudou e protegeu,
Mas sempre de forma atraente e sedutora.
Com seu olho claro,
Que demonstram inoscência,
Eu sempre os olhava,
Com tal pertinência,
Que sempre me fascinava,
De tamanha veemência,
Que seu brilho se intensificava.
E seu cabelo louro e ondulado,
Com algumas mechas negras,
Que se encaixavam no conjunto,
Um conjunto de formas delicadas,
Que encantavam a todo mundo.
Com uma boca chamativa,
E simplesmente linda,
Era o convite para um beijo,
E sua vinda,
Ignorando todo e qualquer pejo.
Quando contei a história,
De que sonha com ela antes de a conhecer,
Ela não acreditara,
Mas eu tinha que dizer,
Que o "anjo" que eu sonhei era você.
Mas é tudo minha imaginação, ainda não a encontrei, nem por isso que vou parar de procura-la.
Finalmente me apreceu,
Porém era minha professora,
Que de certa forma me ajudou e protegeu,
Mas sempre de forma atraente e sedutora.
Com seu olho claro,
Que demonstram inoscência,
Eu sempre os olhava,
Com tal pertinência,
Que sempre me fascinava,
De tamanha veemência,
Que seu brilho se intensificava.
E seu cabelo louro e ondulado,
Com algumas mechas negras,
Que se encaixavam no conjunto,
Um conjunto de formas delicadas,
Que encantavam a todo mundo.
Com uma boca chamativa,
E simplesmente linda,
Era o convite para um beijo,
E sua vinda,
Ignorando todo e qualquer pejo.
Quando contei a história,
De que sonha com ela antes de a conhecer,
Ela não acreditara,
Mas eu tinha que dizer,
Que o "anjo" que eu sonhei era você.
Mas é tudo minha imaginação, ainda não a encontrei, nem por isso que vou parar de procura-la.
terça-feira, 13 de julho de 2010
Sonho - 2
Linda, loira de olhos claros,
Que só vejo em sonhos meus,
Tem um sorriso que é meu amparo,
E lábios com sabor de mel,
Um corpo tão puro e completamente seu,
Quando me lembro sinto um arrepio como um disparo.
E assim me sinto no céu,
Viajando na minha imaginação,
Causando um certo fel,
Por não encontrar esse "anjo".
Que só vejo em sonhos meus,
Tem um sorriso que é meu amparo,
E lábios com sabor de mel,
Um corpo tão puro e completamente seu,
Quando me lembro sinto um arrepio como um disparo.
E assim me sinto no céu,
Viajando na minha imaginação,
Causando um certo fel,
Por não encontrar esse "anjo".
Impotência do passado
Se não tive coragem,
Foi um sentimento de impotência,
Quando fico assim,
É culpa da sua presença.
Já sei o que tenho de fazer,
Tenho tudo planejado,
Sei bem o que dizer,
Pena a coragem não ter chegado.
Minha vontade de te-la é/era imensa,
Não sei porque me falta coragem,
De falar o que penso,
Se penso em sua imagem.
A imagem de uma garota sorridente,
Com olho brilhantes focado em mim,
Como se a dissesse algo importante,
Como se nossa paixão não tivesse fim.
Mas isso passou,
Foi só mais uma das ilusões,
A lembrança ficou,
Como mais uma das minhas paixões.
Agora sem rumo,
E sem paixões;
Me jogando para o mundo,
Sem contradições.
Foi um sentimento de impotência,
Quando fico assim,
É culpa da sua presença.
Já sei o que tenho de fazer,
Tenho tudo planejado,
Sei bem o que dizer,
Pena a coragem não ter chegado.
Minha vontade de te-la é/era imensa,
Não sei porque me falta coragem,
De falar o que penso,
Se penso em sua imagem.
A imagem de uma garota sorridente,
Com olho brilhantes focado em mim,
Como se a dissesse algo importante,
Como se nossa paixão não tivesse fim.
Mas isso passou,
Foi só mais uma das ilusões,
A lembrança ficou,
Como mais uma das minhas paixões.
Agora sem rumo,
E sem paixões;
Me jogando para o mundo,
Sem contradições.
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